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  • UFSM e Fundação "O Boticário" desenvolvem projeto para incentivar conservação do Parque do Turvo

    Parque está localizado em Derrubadas e conta com o Salto do Yucumã, maior salto longitudinal do mundo

    Com um título que desperta a curiosidade, o projeto “Onde a onça bebe água: uma história para contar do Parque Estadual do Turvo”, vem desde janeiro sendo executado aqui na região, envolvendo o Parque e a comunidade.

    Já é de conhecimento que o projeto foi desenvolvido pela UFSM e financiado pela Fundação O Boticário, e tem como proponente a ASACIRS. Mas quem são as pessoas da UFSM que tiveram essa ideia? Porque a preocupação com o Parque e a onça-pintada?

    Para responder essa pergunta, fomos ao campus de Santa Maria da UFSM, ao curso de Tecnologia de Gestão Ambiental onde conhecemos o NEAP – Núcleo de Estudos em Áreas Protegidas. Esse grupo de estudos é coordenado pela professora Suzane B. Marcuzzo e tem como equipe alunos do curso de graduação da gestão ambiental e áreas afins como engenharia florestal, engenharia ambiental, geografia e biologia. O grupo foi criado em 2014 com objetivo de oportunizar aos alunos de graduação a prática com a área de conservação da natureza e gestão de áreas protegidas.

    Desde então o NEAP vem trabalhando com pesquisa e extensão em trilhas interpretativas, oficinas participativas para discussão de temáticas em unidades de conservação, conselhos gestores em Parques, diagnósticos de fauna e flora para criação de unidades de conservação, projetos de incentivo à criação de Reservas Particulares de Patrimônio Natural (RPPN) na região central do Rio Grande do Sul, além de projetos de gestão e monitoramento de uso público em Parques Naturais.

    A ideia de desenvolver o projeto para o Parque Estadual do Turvo com foco neste magnífico animal topo de cadeia e a biodiversidade que a área protegida representa, foi exatamente a grande preocupação de que os visitantes do Parque não se envolviam durante a visita com atividades que realmente levasse a eles essas informações, imprescindível para que as pessoas se tornem parceiras da conservação uma vez detentoras do conhecimento.

    A equipe hoje está desenvolvendo o projeto e anexando outras áreas protegidas para pesquisa como a Terra Indígena do Guarita, que também é de extrema importância para a região em virtude do que representa a cultura e sabedoria da comunidade indígena no território.

    O NEAP atua por meio de bolsas de iniciação científica de editais da UFSM e de órgãos de fomento e tem como grande apoiadora a EMATER/ASCAR, que trabalha em parceria nos projetos tanto na região central de Santa Maria como agora no Noroeste do Estado.

     

    Assessoria de Imprensa

    Jornalismo Grupo Chiru