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  • Sucessão no agronegócio: o planejamento é vital

    O ideal é planejar antes que os conflitos aconteçam

    Não são raros os exemplos de empresas que, em uma ou duas gerações, são férteis e pujantes, mas que depois se desestruturam gerando intermináveis conflitos familiares.

    A ausência de planejamento sucessório, o desinteresse de alguns sócios ou descendentes, o tratamento desigual a familiares e outros gestores, são algumas causas da falta de perpetuidade do negócio. Para que isso não ocorra, tudo o que disser respeito ao negócio precisa ser enfrentado com clareza entre os membros da família.

    O que irá acontecer no falecimento de um sócio? Aquele descendente que irá trabalhar no negócio será remunerado? O sócio melhor qualificado receberá mais do que os outros?

    As funções, os direitos e obrigações dos sócios também precisam estar definidos. A criação de um conselho familiar para esses debates, preventivamente, pode ser uma solução. E se os conflitos vierem antes, uma gestão profissional pode servir de ligação entre os modelos ortodoxo e o voltado ao futuro.

    Enfim, se a preparação da sucessão empresarial é importante à perenidade da empresa, no agronegócio, onde predominam as sociedades familiares, tais providências são vitais!

    Rodrigo Ribeiro Sirangelo